Obesidade infantil: diga não

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Que pai ou mãe já não resistiu a um pedido do filho e trocou um prato com legumes e verduras por um hambúrguer com batatas fritas? Um suco por refrigerante? É difícil dizer não, mas é importante. Na vida adulta, a saúde pode cobrar.

Um estudo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro concluiu que o número de crianças obesas dobrou nos últimos 30 anos. “É o resultado de uma alimentação a base de comida processada, com muita gordura e sal, e falta de atividades físicas” explica a coordenadora do estudo, Andrea Araújo Brandão. A cardiologista afirma que esses hábitos podem causar alterações assintomáticas, que não geram nenhum alerta ao corpo, e, quando aparecem, podem causar problemas cardiovasculares sérios. “Você constrói o futuro desde a infância. Por isso, não pode se surpreender diante de um enfarte. Não acontece do dia para a noite. A genética influencia, mas também os hábitos, que podem ser mudados.”

Além dos problemas de saúde física, o sobrepeso e obesidade atingem a questão emocional. “A criança fica vulnerável, com a necessidade de ser aceita. Com isso e o bullying que pode vir a sofrer, se sente incapaz e vai se isolando. Isso causa danos no desenvolvimento social, afetivo e sexual da pessoa.” diz a psicóloga Elizabeth Monteiro.

Nessa temática, o projeto “Obesidade Infantil: Não” traz materiais interessantes para combatermos a Obesidade Infantil. Destacamos o excelente vídeo que destaca a importância dos pais saberem dizer não aos apelos dos filhos por doces.

Confira o vídeo no link: https://www.youtube.com/embed/_GrCKQmIabs?autoplay=1

 

Fonte: UERJ e Obesidade Infantil Não (www.obesidadeinfantilnao.com.br)

Tatiana Medeiros Mota – Nutricionista (CRN5 3566)